Caverna na China mostra um mundo fascinante escondido pela natureza

31/12/2014 07h54m. Atualizado em 03/01/2015 11h19m

CompartilheShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on FacebookShare on RedditShare on VK

Se você gosta de viajar, é bem provável que, depois de ver a imagem acima, você inclua mais um destino na sua programação de viagens futuras. A Reed Flute Cave, ou Caverna da Flauta de Bambu, é uma das atrações turísticas mais incríveis da China. Localizada na cidade de Guilin, em Guangxi, a caverna possui este nome por causa de sua área externa, onde existem inúmeros bambus usados para a produção de flautas.
Mas o que faz essa atração ser inesquecível é seu interior. Uma iluminação artificial multicolorida foi colocada estrategicamente em todos os espaços para ressaltar as obras de arte que a natureza criou.
Com mais de 180 milhões de anos, a Reed Flute Cave tem 240 metros de comprimento e esconde um mundo completamente novo, formado pela ação da água, pela erosão das rochas e pelas estalagmites e estalactites com formas estranhas e impressionantes.
A caverna é revestida de calcário natural e possui, em seu interior, mais de 70 inscrições criadas em tinta, datadas de 792 d.c., na Dinastia Tang. O local foi descoberto em 1940 por um grupo de refugiados que fugiam das tropas japonesas. Hoje, a Reed Flute Cave recebe aventureiros do mundo todo, curiosos para conhecer essa fascinante beleza natural.
O responsável pela bela imagem que ilustra o post é o fotógrafo Christian Ortiz. Natural da Guatemala, Christian é especialista fotos de paisagens que faz em viagens pelo mundo. Em seu site, é possível ver cenas impressionantes da natureza, incluindo os registros da Reed Flute Cave, que iniciaram uma série de imagens de pinturas digitais feitas com base em fotografias de Christian.

Matheus Leitão

Matheus Leitão é jornalista há 15 anos. Em sua carreira, passou pelas redações do Correio Braziliense, revista Época, portal iG e Folha de S.Paulo. Matheus recebeu o Prêmio Esso por duas vezes, o Troféu Barbosa Lima Sobrinho -- além de menção honrosa no Vladimir Herzog. Entre 2011 e 2012, esteve na Universidade de Berkeley, na California, como Visiting Scholar.

    Comente

    O autor do blog não se responsabiliza pelo comentário.