Cruzeiro e Vasco: saber ganhar x saber “perder”

24/11/2014 09h08m. Atualizado em 24/11/2014 09h08m

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Imagine sua mãe e seu pai gritando “analfabeto, analfabeto” no dia de sua formatura. Fazendo uma analogia, foi assim que reagiu a torcida do Vasco ao fim do empate em 1 a 1 com o Icasa no Maracanã. Aos gritos de “time sem vergonha”, a torcida saudou o retorno à Série A.

“Tua imensa torcida bem feliz”, não é bem assim como diz o hino do Vasco, diriam muitos vascaínos presentes entre os mais de 56 mil que estiveram no estádio. É que o time passou raspando. De um empate dependia. E foi com apenas um empate com o quase rebaixado para a Terceira Divisão que voltou.

Termina em terceiro do futebol de segunda, hora de rever o planejamento para 2015. Com Eurico Miranda de volta a São Januário o vascaíno já sabe o que esperar.

Troca-se o canal, o hino, e a imagem que se vê é de um outro futebol. “Existe um grande clube na cidade que mora dentro do meu coração”, cantam os cruzeirenses.

Tetra campeões brasileiros. Do começo ao fim, o Campeonato é deles. Aprovados com louvor, faz a supremacia celeste, que já dura dois anos, alçar voos mais altos. Existe um grande clube NO BRASIL, porque a Savassi (que os conterrâneos mineiros me perdoem) é muito pequena para os cruzeirenses.

Gabriela Moreira

Gabriela Moreira é repórter da ESPN e colaboradora do blog

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